domingo, 9 de janeiro de 2011

ACOMPANHAMENTO DOS RECURSOS E DESPESAS COM O FUNDEB 2010 NOVA RUSSAS


ACOMPANHAMENTO DOS RECURSOS E DESPESAS COM O FUNDEB 2010 NOVA RUSSAS

Estimativa das Receitas do FUNDEB para 2010 no município de Nova Russas Portaria  Interministerial Nº 538-A/2010
Valor anual por aluno estimado para 2010 – R$ 1.414,85
Previsão  dos recursos de acordo com a portaria
Estimativa 60% ano   Port.
Nº 538-A
Estimativa 60%
 mês (: 12)
Port.
Nº 538-A
Estimativa 60% mês (: 13,33)
Port.  Nº 538-A
Total repassado no período (jan-dez/10)
9.958.162,65
5.974,897,59
497.908,13
448.229,38
10.057.017,80
OBS. De acordo com o Valor Total repassado(10.057.017,80), 60% corresponde a  R$ 6.034.210,68

REPASSE DO FUNDEB  AO MUNICÍPIO E A PARCELA CORRESPONDENTE A 60% PARA O MAGISTÉRIO
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
812.133,60
621.898,,12
884.164,64
875.598,43
887.855,06
974.164,00
60% = 487.287
60% = 373.138,8
60%=  530.498,78
60%=  525.359,50
60%=  532.713,03
60%=  584.498,4

REPASSE  DO FUNDEB AO MUNICÍPIO E A PARCELA CORRESPONDENTE A 60% PARA O MAGISTÉRIO
Julho
Agosto
Setembro
Outubro
Novembro
Dezembro
555.098,68
872.147,61
809.363,44
828.993,65
917.308,21
1.018.292,36
60%=  333.059,20
60%= 523.288,56
60%=  485.618,06
60%= 497.396,19
60%= 550.384,92
60%= 610.975,3

DESPESAS REALIZADAS COM FOLHA DE PAGAMENTO  PROFESSORES 60%
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
394.866,47
400.283,50
403.023,45
414.499,80
432.285,03
543.493,26

DESPESAS REALIZADAS COM FOLHA DE PAGAMENTO  COMISSIONADOS 60%(Diretores/Coordenadores)
Janeiro
Fevereiro
Março
Abril
Maio
Junho
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal
Proventos + Patronal.
56.390,18
56.390,18
56.390,18
56.390,18
56.390,18
60.064,80

sábado, 8 de janeiro de 2011

É TOMA LÁ DA CÁ: Se ganharem os cargos no governo Dilma o PMDB deixa o mínimo como está, pois o deles já foi aumentado.....

Líder do PT critica PMDB por usar debate sobre mínimo para obter cargos

Por: Denise Madueno, do Blog Radar Político, do Estadão

Insatisfeito com a partilha de cargos no governo Dilma, o PMDB já fala em modificar o valor do salário mínimo.
Nesta terça-feira, os peemedebistas cobraram uma reunião com a equipe econômica para discutir outro valor para o mínimo.



O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), reagiu à ameaça velada do PMDB de transformar a votação do salário mínimo em moeda de troca por cargos do segundo escalão federal. Poucas horas depois da reunião da cúpula peemedebista que decidiu rever o valor de R$ 540, fixado pelo governo, Vaccarezza alertou: “Não se pode definir o valor do salário mínimo pela raiva, pelo ódio, vingança ou qualquer outra questão que não seja técnica. Isso não é uma brincadeira. O salário mínimo mexe com a vida das pessoas e com o desenvolvimento do País”.
O líder governista lembrou que o valor do salário mínimo tem impacto sobre a vida de milhões de pessoas, nas contas da Previdência Social e das empresas e na competitividade do País. “É uma equação que precisamos fazer para definir o mínimo e não uma disputa política entre partidos. Se houver alguma insatisfação, ela deve ser canalizada para o debate político”, continuou o líder.
O acordo entre o governo e as centrais sindicais definiu uma política de reajuste do salário mínimo, até 2023, que leva em conta a inflação do período e a metade da variação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores. Vaccarezza afirmou que um ajuste no valor terá de ser feito, porque a inflação real ficou um pouco maior do que a esperada. Nesse caso, segundo ele, o mínimo deverá ficar próximo de R$ 541,80. “Temos de ajustar o valor para respeitar o acordo com as centrais”, disse o líder governista.

Mantega diz que governo vetará mínimo acima de R$ 540
Ney Hayashi ,da Folha de S. Paulo

O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse nesta terça-feira que o governo federal vai vetar qualquer reajuste que aumente o salário mínimo para mais de R$ 540.
“Neste momento, é temerário nós aumentarmos [o mínimo] para mais de R$ 540. Se vier alguma coisa diferente, nós vamos simplesmente vetar”, disse o ministro, citando a necessidade de conter os gastos públicos para, entre outras coisas, facilitar uma queda maior nos juros e evitar uma maior valorização do real.
“É o cumprimento de uma política de aumento salarial que foi acertada com os trabalhadores. Ela deve ser posta em prática, se não vira uma brincadeira, uma hora a gente acerta uma coisa e, depois, não fica conveniente e muda”, reiterou o ministro.
O mínimo de R$ 540 foi calculado com base numa política que considera o crescimento da economia ocorrido dois anos antes do aumento ser concedido.
Como em 2009 a expansão da economia brasileira ficou perto do zero por causa da crise internacional, o ganho real do mínimo em 2011 também seria de zero.
Os R$ 540 estão em vigor desde o começo do ano por força de uma medida provisória editada pelo governo, mas para vigorar definitivamente ainda é necessária aprovação no Congresso.
No entanto, o próprio governo reconheceu ontem, discretamente, que o reajuste do mínimo ficará abaixo da inflação pela primeira vez desde 1997.
A portaria que elevou os benefícios previdenciários utilizou o percentual de 6,41%, mostrando qual é o cálculo oficial para o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) acumulado no ano passado.
Já o salário mínimo teve reajuste de 5,9% ao ser elevado para R$ 540, o que, considerando o INPC projetado, corresponde a uma perda de 0,5% de seu poder de compra.
Para repor a inflação acumulada, o mínimo deveria subir para exatos R$ 542,69, valor que provavelmente seria arredondado para R$ 545.

“Queremos discutir, queremos que a área econômica nos convença desse valor. Essa não tem que ser uma decisão partidária, mas a que representa o melhor para o país”, afirmou o deputado Henrique Eduardo Alves (RN), líder do partido na Câmara.

Comissão aprova correção do piso de professor pelo INPC e pelo Fundeb


UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação

Autor: Agência Câmara
Data: 16/12/2010

Texto aprovado mantém o reajuste do piso atrelado à variação do valor mínimo por aluno no fundo da Educação Básica (Fundeb)

A Comissão de Educação e Cultura aprovou nesta quarta-feira (15) o substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 3776/08, do Executivo, que muda a regra do reajuste do piso salarial nacional dos professores da educação básica da rede pública –atualmente de R$ 1.024 para 40 horas semanais.
O texto aprovado mantém o reajuste do piso atrelado à variação do valor mínimo por aluno no fundo da educação básica (Fundeb) e acrescenta que o reajuste não poderá ser inferior à inflação do ano anterior, conforme a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos 12 meses anteriores.
O texto aprovado representa a rejeição da proposta do governo, que era a atualização do piso apenas pelo INPC (reajuste pela inflação, sem aumento real). O argumento do governo foi que o critério atual (que foi parcialmente mantido pelo Senado) pode “acarretar uma elevação contínua” dos salários dos professores e prejudicar “o financiamento de outros itens importantes para a melhoria da educação básica pública, como manutenção e melhoria das instalações físicas das escolas, aquisição de material de ensino, universalização do uso da informática e o próprio aperfeiçoamento profissional dos professores”.
Detalhamento
Atualmente, a lei diz que o piso será atualizado no mês de janeiro no mesmo percentual de crescimento do valor anual mínimo por aluno no Fundeb.
O governo propôs a mudança para o reajuste pela variação do INPC no ano anterior, mantendo o aumento em janeiro.
Essa regra foi aprovada inicialmente pela Câmara, mas o Senado alterou o texto. Em razão da mudança, a proposta voltou para a Câmara, que dará a palavra final. Conforme essa nova versão, o piso será atualizado anualmente, no mês de maio, com base no percentual de aumento “consolidado” do valor anual mínimo por aluno referente aos anos iniciais do ensino fundamental urbano, verificado entre os dois exercícios anteriores ao exercício em que deverá ser publicada a atualização. Esse índice não poderá ser inferior à variação do INPC.
O relator da proposta na Comissão de Educação, deputado Carlos Abicalil (PT-MT), disse que as alterações feitas pelo Senado aperfeiçoam o mecanismo de reajuste. “A preocupação com o uso de um percentual de aumento consolidado do valor mínimo por aluno deve-se ao fato do Fundeb basear-se em receitas estimadas. O valor consolidado só é passível de ser calculado decorrido o ano de análise e após os três primeiros meses do ano seguinte, quando são feitos os ajustes necessários em cada fundo frente à realização das receitas. Daí o prazo de fim de abril para a publicação da atualização do piso em ato do MEC, ocasião em que já se dispõe do valor mínimo efetivamente praticado no período anterior”, explicou.
Tramitação
O projeto tramita em regime de urgência urgentíssima e está sendo analisado simultaneamente pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. A qualquer momento, poderá ser incluído na pauta do plenário.
Íntegra da proposta:

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

ALGUMAS REGRINHAS DE COMO EDUCAR SEU FILHO(A)


Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba, em Curitiba, 23/07/08.

O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior. Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.

·         A educação não pode ser delegada à escola, aluno é transitório e
filho é para sempre
·         É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se
falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
·         Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem
após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
·         A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem
mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinqüente.
·         A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que
estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
·         Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
·         Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação.
·         Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido
é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
·         Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá
que engolir também.
·         Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas
bater cartão.
·         Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles
tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'.
·         O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da
casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo, filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
·         Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o
tenham, precisam controlar e ensinar a gastar
Frase:
"A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia..."

Aprovado salário mínimo de R$ 540 para 2011




Salário mínimo de R$ 540 para 2011 não agrada Centrais Sindicais mas passou....


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Sexta-feira, 31 de dezembro de 2010 7:10

O Congresso Nacional aprovou, em votação realizada quarta-feira à noite,  o Orçamento da União para 2011. A relatora, senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), manteve o reajuste de 5,9% para o salário mínimo que passa de R$ 510 para R$ 540 em 1º de janeiro de 2011.
Caso a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) se confirme para este ano, o aumento real entre 2010 e 2011 será de 0,9%, o menor dos últimos anos. O Executivo pode elevar esse valor por meio de medida provisória, mas terá que usar recursos da reserva de contingência para bancar o reajuste maior.
O Orçamento que sai do Congresso é R$ 25,5 bilhões superior à previsão inicial encaminhada pelo governo, e chega a R$ 2,073 trilhões. Após as alterações feitas pelos parlamentares, os investimentos somam R$ 170,8 bilhões, um crescimento de 7,5% em relação à proposta original. Dos R$ 2,073 trilhões, R$ 62,6 bilhões irão para a área de educação e R$ 74,25 bilhões para a saúde.
O Congresso manteve o dispositivo que reserva ao Executivo a possibilidade de remanejar até 30% dos recursos para as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Pelo texto final, porém, o governo federal só poderá redirecionar 25% livremente. Para remanejar os 5% restantes será preciso obter autorização da Comissão Mista de Orçamento (CMO).
O texto aprovado quarta-feira seguirá agora para a sanção do presidente da República.
   22 de dezembro de 2010 
Confira na tabela abaixo a evolução do crescimento do salário mínimo nos últimos onze anos


Lula deixa para Dilma reajuste de aposentados

·         1 de janeiro de 2011
O governo federal deixou para a próxima semana a publicação da medida provisória que define o reajuste dos aposentados e pensionistas que recebem mais que o salário mínimo. Como não houve negociação e acordo entre centrais sindicais, representantes dos aposentados e do Executivo, os benefícios deverão ser corrigidos apenas pela inflação, ou seja, com base na estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 5,5%.
A expectativa do presidente da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap), Warley Martins Gonçalles, no entanto, é de que os aposentados ganhem um pouco mais que isso. O índice oficial da inflação de 2010 só será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 20 de janeiro e, na avaliação do presidente da Cobap, ele pode ser maior do que os 5,5% projetados. Se o índice for maior do que previsto atualmente, os aposentados podem ter um complemento do valor em março, de acordo com Gonçalles.
Na quinta-feira, 30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma MP estabelecendo que o salário mínimo passará de R$ 510 para R$ 540. Com esse aumento de 5,88%, o teto de aposentadoria do INSS sobe dos atuais R$ 3.467,40 para R$ 3.671,28. O cálculo do reajuste do mínimo deste ano considerou a inflação do ano anterior mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Como o PIB foi negativo em 2009, os trabalhadores estão recebendo apenas a variação da inflação.
Descontentes, as centrais sindicais prometem fazer muito barulho no Congresso Nacional para conseguir elevar o mínimo para R$ 580. Surfando na mesma onda, os aposentados e pensionistas vão reivindicar uma correção igual a que foi concedida para quem recebe o salário mínimo.